Governo do Distrito Federal
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28/03/18 às 10h29 - Atualizado em 29/03/18 às 14h16

Confira o passo a passo do Procon-DF para aproveitar bem os descontos do Black Friday

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De olho na movimentação do comércio com a chegada do Black Friday no próximo dia 24, o Procon dá o passo a passo para quem quer aproveitar o evento sem cair em nenhuma armadilha.

 

Planejamento

O primeiro passo para o consumidor não cair em cilada no Black Friday é se planejar na hora da compra, evitando agir por impulso e gastar mais do que pode. Com dinheiro em mãos, vale pechinchar descontos ainda maiores para pagamento à vista. Para não se endividar, a dica é fazer uma lista de produtos que pretende comprar.

 

Não caia na tentação da “oportunidade única”. O evento ocorre todos os anos e, além disso, o comércio eventualmente realiza liquidações, principalmente, após as festas de fim de ano.

 

Pesquisa

Mesmo antes da sexta-feira, dia oficial do evento, o comércio já começa a anunciar ofertas e a estimular o consumo. É comum que empresas subam o valor do produto na véspera do Black Friday para depois baixar o preço, simulando desconto. Essa publicidade enganosa é proibida pelo Código de Defesa do Consumidor, e a loja pode ser penalizada.

 

Por isso, o segundo passo para aproveitar o Black Friday é pesquisar bastante. Verifique os preços nas lojas físicas e virtuais. Existem sites que exibem o histórico de preço dos produtos anunciados na internet, desde que se tenha a especificação do item, como por exemplo, o www.buscape.com.br.

 

Guarde o folheto ou a imagem da tela do computador com a demonstração do produto, valor, e também com informação do link, nome da loja, data e hora em que foi feita a pesquisa. Dessa forma, você pode conferir se a oferta realmente foi cumprida.

 

Se houver descumprimento à oferta, publicidade enganosa ou qualquer outro desrespeito ao direito do consumidor, registre sua reclamação no Procon ou no consumidor.gov.

 

Segurança

O terceiro passo para se dar bem é garantir uma compra segura, principalmente se for feita pela internet.

 

Desconfie de preços muito abaixo da média, pois podem ser indícios de fraude. Tenha cuidado com ofertas tentadoras enviadas por e-mail, especialmente de lojas que você desconhece.

 

Para se certificar que está fazendo uma compra segura, nunca utilize computadores de acesso público. Além disso, para verificar a segurança da página, você deve clicar num cadeado que aparece no canto da barra de endereço ou no rodapé da tela do computador. O endereço da loja virtual deve começar com https://.

 

Todo site deve exibir o CNPJ da empresa ou o CPF da pessoa responsável, além de informar o endereço físico onde a loja possa ser encontrada ou o endereço eletrônico para que possa ser contatada. A página virtual também é obrigada a disponibilizar canal para atendimento ao consumidor, o chamado Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC).

 

Você pode verificar a reputação da loja junto aos órgãos de defesa do consumidor e na Junta Comercial do seu estado, assim como pesquisar rankings de reputação em sites, como o www.reclameaqui.com.br.

 

O Procon-DF lembra que o prazo legal para você se arrepender de uma compra on-line é de 7 dias a contar da recebimento do produto ou serviço.

 

Caso você se depare com lojas falsas ou golpes, denuncie à Polícia Civil do seu estado. No caso do DF, à Divisão de Defesa do Consumidor.

(Brasília, 20/11/17) – De olho na movimentação do comércio com a chegada do Black Friday no próximo dia 24, o Procon dá o passo a passo para quem quer aproveitar o evento sem cair em nenhuma armadilha.

PLANEJAMENTO

O primeiro passo para o consumidor não cair em cilada no Black Friday é se planejar na hora da compra, evitando agir por impulso e gastar mais do que pode. Com dinheiro em mãos, vale pechinchar descontos ainda maiores para pagamento à vista. Para não se endividar, a dica é fazer uma lista de produtos que pretende comprar.

Não caia na tentação da “oportunidade única”. O evento ocorre todos os anos e, além disso, o comércio eventualmente realiza liquidações, principalmente, após as festas de fim de ano.

PESQUISA

Mesmo antes da sexta-feira, dia oficial do evento, o comércio já começa a anunciar ofertas e a estimular o consumo. É comum que empresas subam o valor do produto na véspera do Black Friday para depois baixar o preço, simulando desconto. Essa publicidade enganosa é proibida pelo Código de Defesa do Consumidor, e a loja pode ser penalizada.

Por isso, o segundo passo para aproveitar o Black Friday é pesquisar bastante. Verifique os preços nas lojas físicas e virtuais. Existem sites que exibem o histórico de preço dos produtos anunciados na internet, desde que se tenha a especificação do item, como por exemplo, o www.buscape.com.br.

Guarde o folheto ou a imagem da tela do computador com a demonstração do produto, valor, e também com informação do link, nome da loja, data e hora em que foi feita a pesquisa. Dessa forma, você pode conferir se a oferta realmente foi cumprida.

Se houver descumprimento à oferta, publicidade enganosa ou qualquer outro desrespeito ao direito do consumidor, registre sua reclamação no Procon ou no consumidor.gov.

SEGURANÇA

O terceiro passo para se dar bem é garantir uma compra segura, principalmente se for feita pela internet. 

Desconfie de preços muito abaixo da média, pois podem ser indícios de fraude. Tenha cuidado com ofertas tentadoras enviadas por e-mail, especialmente de lojas que você desconhece.

Para se certificar que está fazendo uma compra segura, nunca utilize computadores de acesso público. Além disso, para verificar a segurança da página, você deve clicar num cadeado que aparece no canto da barra de endereço ou no rodapé da tela do computador. O endereço da loja virtual deve começar com https://.

Todo site deve exibir o CNPJ da empresa ou o CPF da pessoa responsável, além de informar o endereço físico onde a loja possa ser encontrada ou o endereço eletrônico para que possa ser contatada. A página virtual também é obrigada a disponibilizar canal para atendimento ao consumidor, o chamado Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC).

Você pode verificar a reputação da loja junto aos órgãos de defesa do consumidor e na Junta Comercial do seu estado, assim como pesquisar rankings de reputação em sites, como o www.reclameaqui.com.br.

O Procon-DF lembra que o prazo legal para você se arrepender de uma compra on-line é de 7 dias a contar da recebimento do produto ou serviço.

Caso você se depare com lojas falsas ou golpes, denuncie à Polícia Civil do seu estado. No caso do DF, à Divisão de Defesa do Consumidor.

Instituto de Defesa do Consumidor - Governo de Brasília

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